
Kt/V peritoneal na prática: como calcular e como interpretar
Confere como calcular e interpretar o KtV na diálise peritoneal
Valkercyo Feitosa
Ontem

Kt/V peritoneal na prática: como calcular e como interpretarConfere como calcular e interpretar o KtV na diálise peritoneal
Valkercyo Feitosa
Ontem

Hiperaldosteronismo primário no Brasil: o que você realmente não pode esquecerHiperaldosteronismo primário é causa frequente e subdiagnosticada de hipertensão resistente — e a hipocalemia nem sempre está presente. Interpretar corretamente aldosterona/renina e indicar espironolactona pode mudar prognóstico cardiovascular e renal — e até curar alguns pacientes.
Luís Sette
Ontem

Imprecisões na avaliação da função renal: quando o número machuca mais que a doençaImprecisões nas equações de TFGe podem gerar mudanças artificiais na função renal, especialmente na transição do cuidado pediátrico para o adulto. Essas variações não explicadas causam ansiedade, perda de confiança e até erros na condução clínica. Cabe ao nefrologista contextualizar os números e reduzir o sofrimento do paciente por meio de comunicação clara e interpretação clínica adequada.
Valkercyo Feitosa
10 dias atrás

Como utilizar os trombolíticos no cateter de hemodiálise com disfunção!Trombolíticos intraluminais (tPA ou uroquinase) são ferramentas eficazes para restaurar rapidamente o fluxo do cateter de hemodiálise com suspeita de trombose. Devem ser usados de forma protocolizada e precoce, lembrando que o efeito é temporário e falhas recorrentes indicam troca do cateter.
Valkercyo Feitosa
17 dias atrás

DRC indeterminada ou você esqueceu de fazer o básico? Veja tudo aqui DRC “indeterminada” raramente é falta de diagnóstico — quase sempre é falta de método. Tempo de evolução, urina bem avaliada, USG renal e história clínica dirigida mudam conduta e evitam erros comuns na prática nefrológica.
Luís Sette
22 dias atrás

Inibidores de SGLT2 na diálise: estamos prontos para atravessar essa fronteira?iSGLT2 podem manter benefícios mesmo em diálise por efeitos cardiovasculares e metabólicos além do rim. Na hemodiálise, há sinais de melhora hemodinâmica e possível redução de eventos, com boa segurança, mas evidência ainda limitada. Na DP, os dados são inconsistentes; por enquanto, uso não rotineiro e apenas individualizado.
Luís Sette
2 meses atrás