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183 artigos

Imprecisões na avaliação da função renal: quando o número machuca mais que a doença
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Imprecisões na avaliação da função renal: quando o número machuca mais que a doença

Imprecisões nas equações de TFGe podem gerar mudanças artificiais na função renal, especialmente na transição do cuidado pediátrico para o adulto. Essas variações não explicadas causam ansiedade, perda de confiança e até erros na condução clínica. Cabe ao nefrologista contextualizar os números e reduzir o sofrimento do paciente por meio de comunicação clara e interpretação clínica adequada.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

2 meses atrás

2025 não foi mais do mesmo: o que realmente mudou na nefrologia este ano (parte 1)
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2025 não foi mais do mesmo: o que realmente mudou na nefrologia este ano (parte 1)

2025 não foi um ano de revoluções, mas foi um ano de consolidação na nefrologia. Entre diálise, doença cardiovascular e glomerulopatias, os grandes estudos mostraram com mais clareza onde insistir, onde parar e onde ajustar a estratégia — com surpresas positivas, especialmente fora do “território tradicional”. Esta primeira parte reúne os temas que realmente mudaram a prática em 2025, com dados mais maduros e menos promessas vazias.

Luís Sette

Luís Sette

3 meses atrás

Meu paciente com NIgA tem proteinúria entre 0,5–1,0 g/dia, já está em iECA e iSGLT2: devo pensar em imunossupressão?
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Meu paciente com NIgA tem proteinúria entre 0,5–1,0 g/dia, já está em iECA e iSGLT2: devo pensar em imunossupressão?

Proteinúria entre 0,5–1,0 g/dia na NIgA não é benigna e já se associa a maior risco de progressão renal. A evidência atual reforça <0,5 g/dia como alvo terapêutico, valorizando proteinúria cumulativa e tendência ao longo do tempo. Antes de pensar em imunossupressão, o foco deve ser otimização máxima da terapia de suporte e estratificação cuidadosa de risco.

Luís Sette

Luís Sette

3 meses atrás

A era da remissão na DRC: estamos prontos para assumir essa meta?
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A era da remissão na DRC: estamos prontos para assumir essa meta?

A remissão da DRC deixou de ser conceito teórico: com terapia combinada (iSRAA + SGLT2i + finerenona + GLP-1RA), muitos pacientes podem atingir declínio renal fisiológico e normalização da albuminúria. O artigo de Tangri et al. mostra que até DRC moderada–avançada pode regredir quando tratada agressivamente. Estamos preparados para trocar “retardar progressão” por buscar remissão como meta terapêutica real?

Luís Sette

Luís Sette

4 meses atrás

Highlights ASN 2025: Novas Fronteiras em IgA, descontinuação de Hemodiálise e o uso do Ômega-3 nos dialíticos
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Highlights ASN 2025: Novas Fronteiras em IgA, descontinuação de Hemodiálise e o uso do Ômega-3 nos dialíticos

No congresso ASN 2025 foram apresentadas terapias inovadoras para Nefropatia da IgA com destaque para ensaios fase 3, estratégias de diálise em pacientes com Insuficiência Renal Aguda (IRA) e o ensaio PISCES demonstrou que suplementação diária com óleo de peixe reduziu eventos cardiovasculares em hemodiálise. Prepare-se para um mergulho rápido nas mudanças de conduta que vêm por aí!

Luís Sette

Luís Sette

5 meses atrás

Cálculos de ácido úrico — o que fazer nos casos refratários?
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Cálculos de ácido úrico — o que fazer nos casos refratários?

Urolitíase por ácido úrico tem como alvo central o pH urinário, mas nos refratários o manejo exige titulação cuidadosa de alcali, adesão rígida e, se preciso, xantino-oxidase. ⚖️ Escolher entre citrato-K e bicarbonato de sódio depende do perfil clínico e dos riscos associados. 👉 Quando a alcalinização não basta, o nefrologista precisa seguir um roteiro sistemático para evitar recorrência.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

6 meses atrás

Pressão arterial e rim: o que muda na Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025?
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Pressão arterial e rim: o que muda na Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025?

A Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025 traz metas mais agressivas para pacientes renais (<130x80 mmHg; até <120 em casos selecionados). U0001F48A Novas drogas cardiorrenais (iSGLT2, finerenona, GLP-1) entram na rotina, e a denervação renal ganha espaço nos refratários. Para o nefrologista, o recado é claro: controlar pressão cedo, integrar terapias e sempre reavaliar peso seco antes de escalar fármacos.

Luís Sette

Luís Sette

6 meses atrás

O timing certo da diálise pré-operatória: o que fazer na DRC avançada e no paciente já está em diálise?
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O timing certo da diálise pré-operatória: o que fazer na DRC avançada e no paciente já está em diálise?

O momento ideal da diálise pré-operatória deve equilibrar risco de sobrecarga volêmica/uremia e risco de hipotensão ou sangramento. Em pacientes em diálise crônica, manter o padrão habitual ou realizar no dia anterior (ou no mesmo dia com ≥6h antes da cirurgia) reduz mortalidade. Em não dialíticos de alto risco, a diálise profilática pode diminuir complicações e otimizar o estado clínico.

Luís Sette

Luís Sette

8 meses atrás

Você Ainda Trata GESF do Jeito Antigo? Veja o Novo Algoritmo Passo a Passo!
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Você Ainda Trata GESF do Jeito Antigo? Veja o Novo Algoritmo Passo a Passo!

Ainda trata GESF do jeito antigo? Veja o novo algoritmo passo a passo! A abordagem da glomeruloesclerose segmentar e focal mudou — e muito. As classificações atuais vão além da histologia, integrando genética, etiologia e resposta terapêutica. Este post resume o novo algoritmo diagnóstico-terapêutico de forma prática, para você atualizar sua conduta em minutos.

Luís Sette

Luís Sette

8 meses atrás

Resistência ao diurético na DRC: checklist dos 7 passos que você precisa seguir
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Resistência ao diurético na DRC: checklist dos 7 passos que você precisa seguir

U0001F50E Resistência a Diuréticos na Doença Renal Crônica: o que fazer quando o edema não responde? O uso de diuréticos é rotina no manejo da congestão na DRC, mas o que explica os casos em que a resposta é ineficaz? Neste post, discutimos os principais mecanismos de resistência, estratégias de otimização do tratamento e quando considerar combinações ou abordagens alternativas.

Luís Sette

Luís Sette

11 meses atrás

DRPAD além do Tolvaptana: Novas Perspectivas Terapêuticas nas Diretrizes KDIGO 2025
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DRPAD além do Tolvaptana: Novas Perspectivas Terapêuticas nas Diretrizes KDIGO 2025

Além do tolvaptana, as diretrizes KDIGO destacam a importância de medidas não farmacológicas e abordagens complementares no manejo da DRPAD, como controle rigoroso da pressão arterial, redução de ingesta de sal e aumento de ingestão hídrica. Estudos em andamento também avaliam terapias-alvo envolvendo vias do mTOR, cAMP e inflamação. O manejo multidisciplinar permanece essencial para retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

12 meses atrás

Uso do Tolvaptan na DRPAD: O Que falam nas Novas Diretrizes KDIGO 2025?
VídeoaulasNefrodicas

Uso do Tolvaptan na DRPAD: O Que falam nas Novas Diretrizes KDIGO 2025?

As novas diretrizes KDIGO para a Doença Renal Policística Autossômica Dominante (DRPAD) atualizam os critérios de elegibilidade para o uso de tolvaptana, com ênfase na estratificação do risco de progressão rápida. O documento reforça a individualização da terapia com base em subclassificação por imagem (Mayo Clinic) e função renal. A incorporação prática dessas recomendações pode otimizar o manejo e retardar a progressão da DRC nesses pacientes.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

12 meses atrás

Hiperglicemia no pós-operatório do transplante renal, como manejar!
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Hiperglicemia no pós-operatório do transplante renal, como manejar!

Atualize sua prática clínica com estratégias baseadas em evidências para o manejo da hiperglicemia no pós-transplante! Este post detalha protocolos de insulinoterapia, transição para regimes orais e monitorização domiciliar – informações essenciais para nefrologistas que buscam otimizar os desfechos em pacientes transplantados. Confira e transforme seu cuidado clínico com práticas inovadoras e seguras.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

2 anos atrás

Lockterapia no Tratamento de Infecções de Cateter de Hemodiálise
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Lockterapia no Tratamento de Infecções de Cateter de Hemodiálise

A lockterapia é uma ferramenta essencial na prática nefrológica, permitindo o controle eficaz das infecções de cateter sem comprometer a funcionalidade do acesso vascular. A adoção de protocolos baseados em evidências, conforme as diretrizes da KDOQI 2019, é fundamental para otimizar o manejo das infecções associadas ao CVC, minimizando complicações e melhorando o prognóstico dos pacientes dialíticos.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

2 anos atrás

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