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NefroUpdates

763 artigos sobre nefrologia clinica

Atrasentana aprovada no Brasil para Nefropatia por IgA: quem pode receber, como usar e quando deve chegar à prática
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Atrasentana aprovada no Brasil para Nefropatia por IgA: quem pode receber, como usar e quando deve chegar à prática

A atrasentana já foi aprovada no Brasil para nefropatia por IgA, mas ainda aguarda disponibilidade comercial. Quem é o candidato? Adultos com IgA primária, proteinúria ≥1 g/dia e risco de progressão, apesar da nefroproteção otimizada. E na prática? 0,75 mg 1×/dia, sem titulação, com atenção especial a edema, retenção volêmica e hemoglobina.

Luís Sette

Luís Sette

19 dias atrás

Rastreio de tuberculose latente em diálise: o que muda quando o país é endêmico
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Rastreio de tuberculose latente em diálise: o que muda quando o país é endêmico

A incidência de tuberculose em diálise é 20 vezes maior que a do Sudeste Asiático... e os testes que temos acertam pouco mais da metade das vezes. Num país endêmico como o Brasil, a pergunta não é se vale rastrear. É entender por que o corte que usamos hoje quase garante que a maioria passe batido. Rastreio de tuberculose latente em diálise: o que muda quando o país é endêmico

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

19 dias atrás

IC + DRC: a creatinina subiu. Você vai mesmo parar o tratamento?
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IC + DRC: a creatinina subiu. Você vai mesmo parar o tratamento?

Na insuficiência cardíaca associada à DRC, creatinina em ascensão não significa necessariamente lesão renal — especialmente durante uma descongestão eficaz. A nova diretriz ESC/ERA 2026 traz limites práticos para uso de terapias, intensificação diurética e manutenção do tratamento mesmo com queda da TFGe. A mensagem-chave: se o paciente ainda está congesto, urinando e respondendo ao diurético, não sacrifique a descongestão apenas para “melhorar” a creatinina

Luís Sette

Luís Sette

27 dias atrás

Seu paciente com DRC tem alto risco cardiovascular. Mas você sabe quanto?
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Seu paciente com DRC tem alto risco cardiovascular. Mas você sabe quanto?

A nova diretriz ESC/ERA 2026 reforça que TFGe e albuminúria são determinantes importantes do risco cardiovascular na DRC, além do risco renal. Para pacientes sem diabetes tipo 2 ou doença cardiovascular aterosclerótica, a principal novidade prática é o CKD Add-On ao SCORE2/SCORE2-OP, que pode reclassificar o risco cardiovascular. Na prática: medir albuminúria também é estratificar risco cardiovascular — e não apenas risco de progressão da DRC.

Luís Sette

Luís Sette

27 dias atrás

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