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787 artigos sobre nefrologia clinica

Doses elevadas de furosemida intravenosa aumentam o risco de perda auditiva? Novo estudo da JAMA Cardiology questiona esse temor
Artigos

Doses elevadas de furosemida intravenosa aumentam o risco de perda auditiva? Novo estudo da JAMA Cardiology questiona esse temor

A ototoxicidade é um dos principais receios na utilização de doses elevadas de furosemida IV, especialmente em pacientes com DRC e síndrome cardiorrenal. Mas será que esse risco de perda auditiva permanente é realmente sustentado pelas evidências? Um novo estudo publicado na JAMA Cardiology traz resultados surpreendentes e pode mudar a forma como pensamos a intensificação da terapia diurética.

Luís Sette

Luís Sette

6 dias atrás

Inibidores de Inibidores SGLT2 em pacientes com mais de 80 anos: estudo com quase 48 mil pacientes com DRC encontra menor mortalidade e risco cardiovascular e renal!
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Inibidores de Inibidores SGLT2 em pacientes com mais de 80 anos: estudo com quase 48 mil pacientes com DRC encontra menor mortalidade e risco cardiovascular e renal!

Será que devemos deixar de prescrever iSGLT2 apenas porque nosso paciente com DRC tem mais de 80 ou 90 anos? Um estudo apresentado no ASN Kidney Week 2026, com quase 48 mil pacientes, encontrou associação entre o uso dessa classe e redução de 27% no hazard de mortalidade, além de melhores desfechos renais e cardiovasculares. Mas será que esses resultados são suficientes para mudar nossa conduta na população muito idosa?

Luís Sette

Luís Sette

6 dias atrás

 Doença renal relacionada à IgG4: como tratar nefrite tubulointersticial, nefropatia membranosa e fibrose retroperitoneal
ArtigosRevisão

Doença renal relacionada à IgG4: como tratar nefrite tubulointersticial, nefropatia membranosa e fibrose retroperitoneal

Corticoide induz resposta em mais de 85% dos casos de doença renal relacionada à IgG4... e mesmo assim talvez não deva ser a aposta isolada na nefrite tubulointersticial. O novo Treatment Standard da NDT separa o tratamento por fenótipo e muda o lugar do rituximabe. Na fibrose retroperitoneal, a resposta não se mede pela imagem.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

14 dias atrás

Glomerulonefrite fibrilar: preditores de progressão, comorbidades associadas e o papel do rituximabe em uma coorte multicêntrica
Casos Clínicos

Glomerulonefrite fibrilar: preditores de progressão, comorbidades associadas e o papel do rituximabe em uma coorte multicêntrica

A GN fibrilar evolui para DRC terminal em metade dos pacientes em cerca de 3 anos. Os tratamentos imunossupressores tradicionais não mudaram esse desfecho, e o rituximabe aparece como o único sinal de benefício, ainda frágil. Uma coorte britânica mostra quais pacientes progridem mais e o que vale procurar logo após a biópsia.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

27 dias atrás

Hipertensão na gestação e no pós-parto: o parto não encerra o risco renal e cardiovascular
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Hipertensão na gestação e no pós-parto: o parto não encerra o risco renal e cardiovascular

A hipertensão na gestação exige atenção especial do nefrologista, desde o diagnóstico diferencial entre hipertensão crônica e pré-eclâmpsia até a escolha dos anti-hipertensivos e a prevenção de complicações. Revisamos as principais evidências sobre tratamento, prevenção e manejo no pós-parto, com foco nas decisões que fazem diferença na prática clínica. Atenção: o parto não encerra o risco! Entenda por que essas mulheres precisam de acompanhamento renal e cardiovascular a longo prazo.

Luís Sette

Luís Sette

27 dias atrás

Balão com sirolimo na angioplastia de FAV: o que o estudo IMPRESSION mostra sobre patência em 6 e 12 meses
Artigos

Balão com sirolimo na angioplastia de FAV: o que o estudo IMPRESSION mostra sobre patência em 6 e 12 meses

A angioplastia de FAV até consegue resolver a estenose, mas quase metade dos pacientes volta para nova intervenção em 6 meses. Um ensaio randomizado com placebo testou o balão com sirolimo no paciente mais difícil: múltiplas lesões e intervenções prévias. Em 6 meses houve benefício. O que ainda está em aberto é quanto tempo dura esse benefício.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

2 meses atrás

Síndrome cardiovascular-renal-metabólica na DRC: como combinar as terapias sem perder o paciente no caminho?
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Síndrome cardiovascular-renal-metabólica na DRC: como combinar as terapias sem perder o paciente no caminho?

A DRC raramente chega sozinha: diabetes, obesidade, insuficiência cardíaca e doença cardiovascular frequentemente caminham juntas. SGLT2i, agonistas de GLP-1, finerenona e outros pilares mudaram o prognóstico — mas como combiná-los na prática? Um guia para o nefrologista sequenciar as terapias, monitorar riscos e evitar que a complexidade do tratamento faça o paciente ficar pelo caminho.

Luís Sette

Luís Sette

2 meses atrás

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