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Diurético não funcionou na insuficiência cardíaca com DRC: e agora? Um algoritmo prático (do KDIGO) para resistência diurética
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Diurético não funcionou na insuficiência cardíaca com DRC: e agora? Um algoritmo prático (do KDIGO) para resistência diurética

Paciente com IC descompensada e DRC, pouca resposta à furosemida IV… é falha do diurético ou erro de estratégia? O documento do KDIGO 2025 mostra um framework prático para avaliar sódio urinário, diurese precoce e escalonar o tratamento na resistência diurética. Veja no post como ajustar dose, quando associar diuréticos e como otimizar a terapia cardiorrenal na prática clínica.

Luís Sette

Luís Sette

6 dias atrás

Finerenona no DM1 com DRC: nova estratégia antiproteinúrica!?
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Finerenona no DM1 com DRC: nova estratégia antiproteinúrica!?

Finerenona pode abrir uma nova estratégia antiproteinúrica no DM1 com DRC? O estudo FINE-ONE (NEJM 2026) mostrou redução significativa da albuminúria em pacientes já em uso de IECA/BRA. Discutimos os principais resultados, segurança (hipercalemia) e o que isso pode significar para o manejo do DM1 com doença renal crônica. Confira no post a análise completa e o potencial papel da finerenona nessa população ainda sem muitas opções terapêuticas.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

6 dias atrás

Insuficiência cardíaca e DRC: como escolher as medicações conforme a TFGe e a fração de ejeção segundo o KDIGO
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Insuficiência cardíaca e DRC: como escolher as medicações conforme a TFGe e a fração de ejeção segundo o KDIGO

Novo documento do KDIGO 2025 traz um guia prático para escolher terapias da insuficiência cardíaca em pacientes com DRC conforme TFGe e fração de ejeção. Discutimos como manejar iSGLT2, SRAA/ARNI, finerenona e GLP-1 sem suspender tratamento precocemente por creatinina ou potássio. Confira o post completo e veja como aplicar esse raciocínio cardiorrenal no consultório do nefrologista.

Luís Sette

Luís Sette

6 dias atrás

Como investigar e como eu trato: Hiponatremia refratária no consultório
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Como investigar e como eu trato: Hiponatremia refratária no consultório

Hiponatremia crônica refratária exige investigação fisiológica — especialmente osmolaridade urinária e capacidade real de excreção de água livre. Restrição hídrica isolada frequentemente falha no SIADH, sendo comuns estratégias com carga osmótica (ureia, sal) ± diurético de alça. No ambulatório, o objetivo é correção lenta, segura e funcional — não normalização imediata do sódio.

Luís Sette

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2 meses atrás

Imunossupressão no Transplante Renal do Idoso: Existe Esquema Específico?
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Imunossupressão no Transplante Renal do Idoso: Existe Esquema Específico?

Não existe ainda um esquema imunossupressor específico superior para transplantados renais idosos — estratégias com tacrolimus reduzido + everolimus não melhoraram sobrevida, função renal ou infecções versus esquema padrão. Os resultados reforçam que imunossenescência reduz rejeição, mas não elimina riscos infecciosos ou metabólicos. Hoje, a melhor abordagem continua sendo individualizar o esquema conforme perfil clínico e risco global do paciente.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

2 meses atrás

Vitamina D reduz o risco de diabetes pós-transplante em quem tem síndrome metabólica?
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Vitamina D reduz o risco de diabetes pós-transplante em quem tem síndrome metabólica?

Em uma coorte de transplantados renais sem diabetes tratado, níveis mais baixos de 25(OH)vitamina D foram associados a maior risco de diabetes pós-transplante, especialmente em pacientes com síndrome metabólica. O risco de DMPT aumentou progressivamente com a carga de critérios metabólicos, sugerindo que vitamina D pode ser um fator modificável em pacientes de alto risco.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

2 meses atrás

2025 não foi mais do mesmo: o que realmente mudou na nefrologia este ano (parte 1)
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2025 não foi mais do mesmo: o que realmente mudou na nefrologia este ano (parte 1)

2025 não foi um ano de revoluções, mas foi um ano de consolidação na nefrologia. Entre diálise, doença cardiovascular e glomerulopatias, os grandes estudos mostraram com mais clareza onde insistir, onde parar e onde ajustar a estratégia — com surpresas positivas, especialmente fora do “território tradicional”. Esta primeira parte reúne os temas que realmente mudaram a prática em 2025, com dados mais maduros e menos promessas vazias.

Luís Sette

Luís Sette

3 meses atrás

Meu paciente com NIgA tem proteinúria entre 0,5–1,0 g/dia, já está em iECA e iSGLT2: devo pensar em imunossupressão?
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Meu paciente com NIgA tem proteinúria entre 0,5–1,0 g/dia, já está em iECA e iSGLT2: devo pensar em imunossupressão?

Proteinúria entre 0,5–1,0 g/dia na NIgA não é benigna e já se associa a maior risco de progressão renal. A evidência atual reforça <0,5 g/dia como alvo terapêutico, valorizando proteinúria cumulativa e tendência ao longo do tempo. Antes de pensar em imunossupressão, o foco deve ser otimização máxima da terapia de suporte e estratificação cuidadosa de risco.

Luís Sette

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3 meses atrás

A era da remissão na DRC: estamos prontos para assumir essa meta?
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A era da remissão na DRC: estamos prontos para assumir essa meta?

A remissão da DRC deixou de ser conceito teórico: com terapia combinada (iSRAA + SGLT2i + finerenona + GLP-1RA), muitos pacientes podem atingir declínio renal fisiológico e normalização da albuminúria. O artigo de Tangri et al. mostra que até DRC moderada–avançada pode regredir quando tratada agressivamente. Estamos preparados para trocar “retardar progressão” por buscar remissão como meta terapêutica real?

Luís Sette

Luís Sette

4 meses atrás

Rituximabe revoluciona o manejo da síndrome nefrótica recorrente em adultos? O novo RCT japonês responde
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Rituximabe revoluciona o manejo da síndrome nefrótica recorrente em adultos? O novo RCT japonês responde

O novo RCT japonês (JAMA 2025) mostra que rituximabe reduz em 84% o risco de recaída em adultos com FRNS/SDNS, especialmente na doença de lesões mínimas. Quase 90% permanecem em remissão por 1 ano, e 72% conseguem suspender totalmente o corticoide. O esquema com dose de manutenção na semana 25 surge como novo padrão para controle sustentado da síndrome nefrótica recorrente em adultos.

Luís Sette

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4 meses atrás

Highlights ASN 2025: Novas Fronteiras em IgA, descontinuação de Hemodiálise e o uso do Ômega-3 nos dialíticos
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Highlights ASN 2025: Novas Fronteiras em IgA, descontinuação de Hemodiálise e o uso do Ômega-3 nos dialíticos

No congresso ASN 2025 foram apresentadas terapias inovadoras para Nefropatia da IgA com destaque para ensaios fase 3, estratégias de diálise em pacientes com Insuficiência Renal Aguda (IRA) e o ensaio PISCES demonstrou que suplementação diária com óleo de peixe reduziu eventos cardiovasculares em hemodiálise. Prepare-se para um mergulho rápido nas mudanças de conduta que vêm por aí!

Luís Sette

Luís Sette

5 meses atrás

Pressão arterial e rim: o que muda na Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025?
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Pressão arterial e rim: o que muda na Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025?

A Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025 traz metas mais agressivas para pacientes renais (<130x80 mmHg; até <120 em casos selecionados). U0001F48A Novas drogas cardiorrenais (iSGLT2, finerenona, GLP-1) entram na rotina, e a denervação renal ganha espaço nos refratários. Para o nefrologista, o recado é claro: controlar pressão cedo, integrar terapias e sempre reavaliar peso seco antes de escalar fármacos.

Luís Sette

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6 meses atrás

Diálise Peritoneal na Doença Renal Policística: existe algum motivo para não indicar?
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Diálise Peritoneal na Doença Renal Policística: existe algum motivo para não indicar?

A DRPAD não é contraindicação à DP — e, na prática, muitos pacientes têm resultados comparáveis à hemodiálise. O “porém” está na mecânica: rins/hepatomegalia podem reduzir tolerância a volumes, aumentar risco de hérnias e extravasamentos, e piorar desconforto respiratório. Com técnica adequada (cateter presternal ou lateral, volumes menores, cicladora noturna e decúbito supino), a maioria das barreiras é contornável. Neste post, revisamos quando a DP é ótima, quando exigir cautela e como ajustar a prescrição para segurança e qualidade de vida.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

7 meses atrás

Finerenona + empagliflozina: será que funcionam em qualquer estágio de DRC?
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Finerenona + empagliflozina: será que funcionam em qualquer estágio de DRC?

Finerenona + empagliflozina: será que funcionam em qualquer estágio de DRC? A combinação entre MRA não esteroidal e iSGLT2 desponta como estratégia complementar no controle da inflamação/fibrose e da hiperglicemia/hemodinâmica tubular, com sinais de benefício cardiorrenal em diferentes perfis de DRC. Mas há nuances: o efeito pode variar conforme TFG e albuminúria, e a evidência direta por estágio ainda é limitada—exigindo monitorização de potássio e queda inicial de TFG, além de individualização. Neste post, revisamos o que já sabemos, o que ainda falta provar e como aplicar a dupla na prática sem descuidar da segurança.

Luís Sette

Luís Sette

7 meses atrás

IVIG na Rejeição Humoral Crônica Ativa: da teoria à uma nova evidência clínica
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IVIG na Rejeição Humoral Crônica Ativa: da teoria à uma nova evidência clínica

IVIG na rejeição humoral crônica ativa: o que aprendemos com o VIPAR trial? Estudo randomizado australiano mostrou que a IVIG estabiliza histologia e preserva TFG em pacientes com AMR crônica ativa, mesmo sem reduzir DSA. Apesar dos resultados animadores, as limitações — amostra pequena, estudo aberto e uso de desfecho substituto — pedem cautela e confirmação em ensaios maiores.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

7 meses atrás

O timing certo da diálise pré-operatória: o que fazer na DRC avançada e no paciente já está em diálise?
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O timing certo da diálise pré-operatória: o que fazer na DRC avançada e no paciente já está em diálise?

O momento ideal da diálise pré-operatória deve equilibrar risco de sobrecarga volêmica/uremia e risco de hipotensão ou sangramento. Em pacientes em diálise crônica, manter o padrão habitual ou realizar no dia anterior (ou no mesmo dia com ≥6h antes da cirurgia) reduz mortalidade. Em não dialíticos de alto risco, a diálise profilática pode diminuir complicações e otimizar o estado clínico.

Luís Sette

Luís Sette

8 meses atrás

iSGLT2 para pacientes com  sonda ou histórico de ITU: o risco é maior do que imaginamos ou é seguro?
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iSGLT2 para pacientes com sonda ou histórico de ITU: o risco é maior do que imaginamos ou é seguro?

Inibidores SGLT2 em pacientes com sonda vesical ou histórico de ITU: risco negligenciado? O uso de iSGLT2 é cada vez mais amplo na prática clínica, mas será que sua segurança se mantém em pacientes com maior risco infeccioso, como os com sonda vesical crônica ou infecções urinárias recorrentes? Este post traz um resumo crítico das evidências mais recentes

Luís Sette

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8 meses atrás

Você Ainda Trata GESF do Jeito Antigo? Veja o Novo Algoritmo Passo a Passo!
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Você Ainda Trata GESF do Jeito Antigo? Veja o Novo Algoritmo Passo a Passo!

Ainda trata GESF do jeito antigo? Veja o novo algoritmo passo a passo! A abordagem da glomeruloesclerose segmentar e focal mudou — e muito. As classificações atuais vão além da histologia, integrando genética, etiologia e resposta terapêutica. Este post resume o novo algoritmo diagnóstico-terapêutico de forma prática, para você atualizar sua conduta em minutos.

Luís Sette

Luís Sette

8 meses atrás

Uso do Tolvaptan na Doença Renal policística, dicas de prescrição!
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Uso do Tolvaptan na Doença Renal policística, dicas de prescrição!

Tolvaptan é um medicamento indicado para retardar a progressão da doença renal policística autossômica dominante (DRPAD). Ele age reduzindo o crescimento dos cistos renais e requer monitoramento regular devido a possíveis efeitos adversos, como hepatotoxicidade e desidratação. Sua prescrição é indicada para pacientes com alto risco de progressão da doença. Confere aqui as dicas práticas de prescrição e seguimento.

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

2 anos atrás

Como manejar cálculos coraliformes na prática
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Como manejar cálculos coraliformes na prática

Os cálculos coraliformes são formados em sua maioria por cálculos de estruvita (fosfato amônio de magnésio) e possuem uma forte associação com infecção do trato urinário (ITU) causada por bactérias produtoras de urease. A formação desses cálculos é rápida, semanas a meses, e se não instituído tratamento adequado pode ocorrer invasão completa do sistema coletor

Valkercyo Feitosa

Valkercyo Feitosa

3 anos atrás

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