
Bicarbonato em Acidose Metabólica Grave e IRA: Resultados do BICAR-ICU-2
Novo BICAR-ICU-2 muda o jogo: Bicarbonato não salva vidas, mas pode poupar rins. Selecione bem o paciente — e use com propósito.
Valkercyo Feitosa
5 meses atrás
663 artigos sobre nefrologia clinica

Novo BICAR-ICU-2 muda o jogo: Bicarbonato não salva vidas, mas pode poupar rins. Selecione bem o paciente — e use com propósito.
Valkercyo Feitosa
5 meses atrás

Já ouviu falar em lesão renal causada por fumaça de solda? Confere esse caso clínico interessante para amentar nosso repertório diagnóstico em casos de IRA sem etiologia bem definida.
Valkercyo Feitosa
5 meses atrás

Vamos revisar o racional fisiológico e as principais complicações associadas ao uso de citrato na anticoagulação regional durante a hemodiálise contínua, destacando seus benefícios, riscos metabólicos e estratégias práticas para monitorização segura.
Valkercyo Feitosa
5 meses atrás

Como fazer o rastreio e realizar o manejo adequado da disfunção renal na Anemia Falciforme? Confere os principais pontos desse artigo de revisão publicado no JASN.
Valkercyo Feitosa
5 meses atrás

Nem toda budesonida é igual: enquanto a forma comum age no intestino e pulmões, a budesonida direcionada (Nefecon/Tarpeyo) libera o fármaco apenas no íleo distal, onde se origina a IgA anômala. Resultado: ação imunomoduladora seletiva com menor efeito sistêmico e benefício renal comprovado na IgA nefropatia.
Luís Sette
6 meses atrás

O rituximabe transformou o manejo das glomerulopatias autoimunes, oferecendo remissões duradouras com menor toxicidade que regimes citotóxicos clássicos. A segurança depende de preparo técnico rigoroso, triagem adequada e vigilância contínua.
Valkercyo Feitosa
6 meses atrás

O que fazer diante de uma infecção do trato urinário em pacientes recebendo tratamento com iSGLT2?
Luís Sette
6 meses atrás

Num cenário em que o arsenal terapêutico para GESF ainda é limitado, o rituximabe simboliza o renascimento da imunomodulação guiada por evidência — e o início de uma era de terapias biológicas sob medida.
Valkercyo Feitosa
6 meses atrás

O novo KDIGO 2025 coloca o corticoide no seu devido lugar: uso seletivo, tempo limitado e risco monitorado. Budesonida direcionada entra como uma opção moderna e segura.
Valkercyo Feitosa
6 meses atrás

O gadolínio “grupo 2” é bem mais seguro, mas ainda requer cautela em pacientes com DRC avançada. O risco de fibrose sistêmica nefrogênica é muito baixo, porém não nulo, especialmente em doses altas ou repetidas. A regra prática continua sendo individualizar, minimizar e monitorar — e só indicar diálise se o paciente já for dialítico.
Luís Sette
6 meses atrás

A glomerulonefrite por C3 (GNC3) resulta de ativação descontrolada da via alternativa do complemento e pode simular uma GN pós-infecciosa. O diagnóstico correto depende do reconhecimento do padrão de deposição de C3 e da investigação genética. Com terapias-alvo como o eculizumabe e o iptacopan, identificar precocemente a GNC3 pode mudar o desfecho do paciente.
Luís Sette
6 meses atrás

GLT2i e GLP-1 RA não apenas controlam glicemia — também podem corrigir hipomagnesemia e proteger o enxerto renal. Uma nova fronteira no cuidado pós-transplante.
Valkercyo Feitosa
6 meses atrás

Nem sempre o mais complexo é o mais eficaz. A diálise peritoneal pode ser a diferença entre tratar e não tratar a IRA — principalmente quando os recursos acabam, mas a responsabilidade não.
Valkercyo Feitosa
6 meses atrás

Infecção de cistos na DRPAD continua sendo um desafio diagnóstico. O novo fluxograma KDIGO 2025 traz critérios clínicos e de imagem para orientar a investigação. Saiba quando considerar o PET/CT-FDG e como diferenciar infecção de hemorragia cística.
Valkercyo Feitosa
6 meses atrás

Síndrome da lise tumoral é uma emergência oncológica caracterizada pela rápida destruição celular com liberação maciça de conteúdo intracelular. ⚠️ Post direcionado a nefrologistas, destacando prevenção e manejo das complicações metabólicas e renais associadas.
Luís Sette
6 meses atrás

Síndrome cardiorrenal representa a intersecção entre coração e rins, onde a disfunção de um órgão agrava o outro. U0001F6A8 Post voltado a nefrologistas, abordando diagnóstico precoce e manejo integrado para reduzir mortalidade e internações.
Luís Sette
6 meses atrás

DISCOVER CKD: O Mundo Real Confirma o que os Ensaios Já Sabiam Os dados do mundo real reforçam o que os grandes trials já apontavam: tratar precocemente faz diferença. Veja como o estudo DISCOVER CKD redefine a prática clínica na nefrologia contemporânea.
Luís Sette
6 meses atrás

DRC no Idoso: Mesmo Tratamento, Novo Propósito O envelhecimento redefine o manejo da doença renal crônica — não basta tratar, é preciso cuidar com propósito. Descubra como ajustar condutas, metas e prioridades para preservar função e qualidade de vida.
Luís Sette
6 meses atrás

SGLT2i no perioperatório: você sabe quando suspender? Risco real de cetoacidose euglicêmica exige conduta prática. Confira orientações diretas para evitar complicações cirúrgicas.
Valkercyo Feitosa
6 meses atrás

Intoxicação por Metanol: Reconhecer Cedo é Salvar Tempo e Neurônios A evolução é tempo-dependente e o dano, irreversível se tardar o tratamento. Inibir a ADH, alcalinizar precocemente e indicar hemodiálise com critério são atitudes que salvam retina e cérebro — especialmente quando o diagnóstico laboratorial ainda não chegou.
Valkercyo Feitosa
6 meses atrás
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